Em nome de Deus, o Clemente, o Misericordioso

Postado em: 27 de dezembro de 2006 | Autor: Cassio Santos | Categorias: Batista, Islão, Religião | Tags: , , | Não existem comentários »

Erich von Däniken foi o suíço que em 1968 lançou o livro “Eram os Deuses Astronautas” que pretendia argumentar que as divindades que a humanidade acredita, ou acreitou, são extraterrestres.

Ele e muitos outros que não se abstem no fato de que Deus é superior e que é incompreensível. Alguns querem provar que a trinidade é real com o texto:

Gêneses 1

26 E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; domine ele sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu, sobre os animais domésticos, e sobre toda a terra, e sobre todo réptil que se arrasta sobre a terra.

27 Criou, pois, Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.

Outros afirmam se baseando no texto:

João 1 – A encarnação do Verbo

1No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. 2Ele estava no princípio com Deus. 3Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e sem ele nada do que foi feito se fez. 4 Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens; 5a luz resplandece nas trevas, e as trevas não prevaleceram contra ela.

A minha conclusão é contrária a de Erich: Deus é superior e nossa mente finita não pode entendê-lo por completo. Deus não é astronauta.

As palavras árabes “Rahman” e “Rahim”, que traduzimos por Clemente e Misericordioso, respectivamente, são formas intensivas que se referem aos diferentes aspectos do atribulo da clemência de Deus. A forma intensiva árabe é mais adequada para expressar os atributos de Deus do que o grau superlativo português. Este implica comparação com outros seres ou com outros tempos e lugares, ao passo que não há ser algum que se compare a Deus, sendo Ele independente de tempo ou lugar.

O “verbo” só é referido como “ele” porque “logos” em grego é um termo masculino. Mas isto não quer dizer que se refere ao homem, Jesus. A versão alemã de Lutero traduz “das Wort” (Gênero neutro; em alemão existem três gêneros gramaticais: masculino, feminino e neutro, que é o que se aplica aqui. N. da T.); a versão francesa de Segond traduz “la parole” como feminino, mostrando que “o verbo” não indica, necessariamente, um homem. Origem

Em árabe, no Alcorão, existem palavras para descrever a Deus em forma intensiva que é o mais correto, e não necessáriamente é homem ou mulher, deveria ser identificado no gênero gramatical neutro no intensivo árabe, é algo que não podemos compreender de todo, acredito no que o meu coração diz, e peço a Deus para que eu tenha a palavra dele no meu coração e assim não pecar contra ele.