100 anos da Junta de Missões Nacionais da CBB

Postado em: 4 de abril de 2008 | Autor: Cassio Santos | Categorias: Batista, Livros | Tags: , , , , , | Não existem comentários »
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Missões Nacionais

Soli Deo Gloria in exelsis Deo

Zaqueu Morreira de Oliveira é o autor deste livro histórico de grande valor para os batistas, principalmente os brasileiros. Na primeira parte do livro acompanhei o desenvolvimento de missões na minha pátria com muito orgulho. Foi um imenso trabalho para espalhar a mensagem do amor de Cristo, mas valeu a pena, pois a partir deste esforço muitas Igrejas foram iniciadas.

Como é incrível o trabalho de um missionário, ele leva informações aos lugares mais remotos, auxilia na preservação da cultura local, explica sobre as vantagens de ser Cristão, ensina músicas, leva alegria, ajuda em negociações com o objetivo de promover a paz… uma grande obra faz o missionário.

Durante a leitura do livro, apesar de todo o meu apoio apoio a obra de missões fiquei pensando se realmente é uma vantagem influenciar os índios. No livro existem sérios apontamentos para as ações em tribos indígenas.

Não fica pensando muito nisso Cassio, ou serão os Batistas que os farão perder a sua cultura e sua identidade indígena ou serão outros grupos, como os católicos ou os ubandistas que tem religião parecida com a deles.

Escutei a declaração acima enquanto comentava sobre o assunto, e isso sem dúvida relata uma verdade muito triste, estes grupos étnicos desaparecerão um dia, seja pela ação de missões evangélicas, seja pela proximidade das cidades ou por uma série de outros fatores…

Mesmo assim ainda fico matraqueando sobre o resultado desta influência… Estou lendo a segunda parte com relatos sobre a vida dos missionários que não estão mais em atividade.


Castelo Forte

Postado em: 13 de setembro de 2007 | Autor: Cassio Santos | Categorias: Batista, Músicas, Pessoal, Religião | Tags: , , , , | Não existem comentários »

Castelo de Ourém em Portugal

Castelo forte é nosso Deus,
Espada e bom escudo,
Com seu poder defende os seus,
Em todo transe agudo. Leia o restante deste artigo »


Doutrina da Prosperidade x Doutrina da Pobreza

Postado em: 2 de abril de 2007 | Autor: Cassio Santos | Categorias: Batista, Religião | Tags: , | Não existem comentários »

Recentemente li em uma publicação de uma Igreja evangélica uma matéria apontando a importância de ser partidário da Doutrina da Prosperidade. O ponto de vista do Bispo Edir Macedo foi defendido de uma forma que me indagou a pensar mais sobre o assunto, tendo em vista que não foi defendido de forma simples e sim criticando a Doutrina da Pobreza.

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Em nome de Deus, o Clemente, o Misericordioso

Postado em: 27 de dezembro de 2006 | Autor: Cassio Santos | Categorias: Batista, Islão, Religião | Tags: , , | Não existem comentários »

Erich von Däniken foi o suíço que em 1968 lançou o livro “Eram os Deuses Astronautas” que pretendia argumentar que as divindades que a humanidade acredita, ou acreitou, são extraterrestres.

Ele e muitos outros que não se abstem no fato de que Deus é superior e que é incompreensível. Alguns querem provar que a trinidade é real com o texto:

Gêneses 1

26 E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; domine ele sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu, sobre os animais domésticos, e sobre toda a terra, e sobre todo réptil que se arrasta sobre a terra.

27 Criou, pois, Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.

Outros afirmam se baseando no texto:

João 1 – A encarnação do Verbo

1No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. 2Ele estava no princípio com Deus. 3Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e sem ele nada do que foi feito se fez. 4 Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens; 5a luz resplandece nas trevas, e as trevas não prevaleceram contra ela.

A minha conclusão é contrária a de Erich: Deus é superior e nossa mente finita não pode entendê-lo por completo. Deus não é astronauta.

As palavras árabes “Rahman” e “Rahim”, que traduzimos por Clemente e Misericordioso, respectivamente, são formas intensivas que se referem aos diferentes aspectos do atribulo da clemência de Deus. A forma intensiva árabe é mais adequada para expressar os atributos de Deus do que o grau superlativo português. Este implica comparação com outros seres ou com outros tempos e lugares, ao passo que não há ser algum que se compare a Deus, sendo Ele independente de tempo ou lugar.

O “verbo” só é referido como “ele” porque “logos” em grego é um termo masculino. Mas isto não quer dizer que se refere ao homem, Jesus. A versão alemã de Lutero traduz “das Wort” (Gênero neutro; em alemão existem três gêneros gramaticais: masculino, feminino e neutro, que é o que se aplica aqui. N. da T.); a versão francesa de Segond traduz “la parole” como feminino, mostrando que “o verbo” não indica, necessariamente, um homem. Origem

Em árabe, no Alcorão, existem palavras para descrever a Deus em forma intensiva que é o mais correto, e não necessáriamente é homem ou mulher, deveria ser identificado no gênero gramatical neutro no intensivo árabe, é algo que não podemos compreender de todo, acredito no que o meu coração diz, e peço a Deus para que eu tenha a palavra dele no meu coração e assim não pecar contra ele.


John 1 – João 1

Postado em: 13 de setembro de 2006 | Autor: Cassio Santos | Categorias: Batista, Religião | Tags: , , | Não existem comentários »

John 1 – The Word Became Flesh

1In the beginning was the Word, and the Word was with God, and the Word was God. 2He was in the beginning with God. 3All things were made through him, and without him was not any thing made that was made. 4In him was life, and the life was the light of men. 5The light shines in the darkness, and the darkness has not overcome it.

João 1 – A encarnação do Verbo

1No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. 2Ele estava no princípio com Deus. 3Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e sem ele nada do que foi feito se fez. 4 Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens; 5a luz resplandece nas trevas, e as trevas não prevaleceram contra ela.